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sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

Mancha branca na gengiva: entenda quais são as causas e os tratamentos

 




Olá pessoal!Escovar os dentes é uma atitude tão automática, que muita gente não repara em alguns detalhes ao longo do processo. Um deles é observar se há alguma mancha branca na gengiva.

A mudança na coloração natural pode ser um sinal de exposições a substâncias químicas, má higienização dos dentes ou doenças periodontais. Mas tudo dependerá de um diagnóstico preciso de um dentista.


De olho em seu entendimento, vamos entender melhor com informações precisas e imperdíveis sobre o assunto. Acompanhe!

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Entenda o que pode ser a mancha branca na gengiva

A presença de uma mancha branca na gengiva pode ter várias causas, mas há indicações que revelam possíveis traumas, inflamações, falta de higiene bucal etc.


Por isso, caso você perceba algo anormal, a dica é procurar um dentista, pois, somente esse profissional poderá destinar um diagnóstico correto, com as melhores formas de tratamento.


Frequentemente, o problema pode ter origem em mordidas, principalmente para quem sofre de bruxismo. Nesses casos, a mancha pode aparecer na região da bochecha, conhecida como linha Alba.


Mas também tem origem na candidíase oral, afta ou leucoplasia, além de muitos outros fatores, como veremos agora.


Veja quais são as suas principais causas

Uma gengiva saudável tem consistência firme, sempre reflete uma coloração próxima do cor de rosa pálido, ou seja, se um desses aspectos estiver com alguma alteração, é hora de se consultar com um dentista. Veja algumas causas.


Tártaro

Caracterizado pelo acúmulo da placa bacteriana por conta da má higienização dos dentes, principalmente quando não se utiliza o fio dental, o tártaro pode ser um causador de mancha branca na gengiva.


Como atitude preventiva, busque sempre fazer uma higienização correta e bem detalhista. Utilize creme dental com flúor, escove os dentes após todas as refeições e faça visitas rotineiras ao dentista.


Nascimento do siso

Também conhecido com os dentes do juízo, o nascimento dos quatro sisos pode causar mancha branca na gengiva perto do dente. Isso acontece em razão de uma possível inflamação em desenvolvimentos anormais, gerando dores e sangramentos.


É importante informar que os sisos não nascem em todas as pessoas, pois o processo evolutivo fez com que inúmeros organismos dispensassem a sua necessidade, tendo em vista que ele era útil no período pré-histórico para ajudar na mastigação de alimentos mais pesados, como carnes de animais selvagens.


Por isso, há quem opte em retirá-los. Geralmente, eles nascem no final da adolescência ou início da fase adulta, frequentemente entre os 16 e 20 anos. Caso você sinta dores nesse momento, procure imediatamente um dentista.


Estomatite

Quando há a proliferação de microrganismos na boca, existe o risco de desenvolvimento da estomatite, outra causa de manchas na gengiva, além de gerar dores na região afetada.


A estomatite é consequência de vários fatores, como uma ferida, ruptura de vasos sanguíneos ou em razão de doenças neoplásticas — que atingem a mucosa gengival. Nesses casos, o escurecimento da gengiva acaba sendo mais uma característica do problema.


Uso de medicamentos

Há efeitos de alguns medicamentos, como a minociclina, indicada para infecções, que podem causar mancha branca na gengiva.


Se você perceber isso, procure um dentista para realizar uma análise da situação. Afinal, somente o profissional especializado pode destinar um diagnóstico preciso e baseado em informações científicas devidamente comprovadas.


Excesso de melanina

A produção em excesso da melanina patológica, situação que acontece quando uma pessoa é portadora do câncer de pele, também pode provocar manchas na gengiva.


A situação não acomete 100% dos pacientes, mas existe uma porcentagem considerável em razão da proliferação de melanócitos. Tratam-se das células que produzem exatamente e melanina.


Esse é um fato que já faz parte da natureza das pessoas negras, grupo que tem maior propensão para ter mancha branca na gengiva, sendo frequentemente um incômodo de mero caráter estético — sem dados que possam afetar negativamente à saúde.


Gengivite

A gengivite é explicada por uma inflação que atinge essa parte da boca, podendo ser causada por vários motivos, como cáries, tártaro, utilização incorreta de aparelhos ortodônticos, entre outros.


Como consequência, podem surgir dores, inchaço e incômodos na gengiva. Para evitar que se transforme em uma complicação maior, como periodontite, é preciso procurar logo nos primeiros sinais um dentista de sua confiança.


Periodontite

Caso a gengivite não seja devidamente tratada, ela pode evoluir para a periodontite, formada pela ação da placa bacteriana. Com o tempo, ela pode atingir a parte de baixo da gengiva, trazendo sérias consequências. Entre elas, estão as toxinas produzidas pelos microrganismos, o que influencia na ocorrência de irritação na gengiva, língua branca e inflamações.


A situação se agrava quando são criados espaços que contribuem com a entrada das bactérias em regiões internas do organismo, podendo atingir a corrente sanguínea. O problema é tão grave, que pode gerar até mesmo a necrose de alguns tecidos.


No entanto, o que acontece de mais comum é o mau hálito, sangramento, amolecimento dos dentes, dores na região atingida e também os sintomas citados no caso da gengivite.


Má alimentação

Quem não investe em uma alimentação balanceada compromete o sistema imunológico pelo fato do organismo ficar com déficit de determinados nutrientes e sais minerais.


Dessa forma, ocorre uma resposta ineficiente no combate às infecções, como as que atingem a gengiva. Ou seja, a falta de cuidado com a nutrição pode agravar os casos de mancha branca ao redor dos dentes.


Implantação de amálgama

Existe uma descoloração natural das gengivas com o decorrer do tempo. Em geral, elas são formadas no momento em que partículas de preenchimento prateado se fixam nos tecidos da boca.


O Guia completo da saúde da gengiva


Existem casos de manchas que atingem quem utiliza dentes postiços, pelo fato das partículas do metal se alojarem dentro da gengiva, podendo ser pretas, azuis ou cinzas. Muitas vezes, formam desenhos que lembram uma tatuagem.


Apesar de serem inofensivas, essas manchas podem ser retiradas pelo dentista, principalmente para você investir em sua autoestima.


Ausência de atitudes preventivas

Quem não tem o hábito de visitar um dentista, pelo menos, uma vez a cada seis meses corre o sério risco de desenvolver várias doenças na boca, descobrindo somente quando os sintomas estiverem latentes.


Para não chegar nessa situação, como acontece também com as manchas brancas ao redor dos dentes, crie uma rotina de idas preventivas ao consultório odontológico.


Afinal, as visitas periódicas são fundamentais para manter a saúde bucal em dia. Isso porque existem inúmeras causas e tratamentos para mancha na gengiva. Portanto, a prevenção sempre é o melhor caminho.


Descubra o que fazer ao perceber a mancha branca na gengiva

Diante dos sintomas como dores, inflamação e sangramento na gengiva, sem falar na aparição das manchas brancas, é preciso agir rápido para evitar possíveis complicações ou até mesmo o surgimento de vários tipos de doenças, como citados acima.


Caso você perceba algo incomum ou veja uma mancha branca na gengiva ao escovar os dentes, a dica primordial é procurar um dentista. Quanto mais você procrastinar essa atitude, mais grave poderá se tornar a situação.


Assim, se você ver manchinhas, observar inchaço, vermelhidão ou mesmo uma inflamação, não tente resolver sozinho, pois a automedicação é uma grande vilã e causa problemas ainda piores.


Por isso, procure sempre um consultório odontológico. E a dica vale mesmo em situações corriqueiras, como uma mordida malsucedida, a ingestão de um alimento muito quente ou por conta de uma pressão na boca.


Fuja das receitas caseiras e não espere mais do que uma semana para procurar um dentista, pois, somente esse profissional terá um olhar especializado, oferecendo os melhores e mais eficazes tratamentos.


Entenda como tratar a gengiva com mancha branca

Sabendo-se que existem várias causas para o surgimento de mancha branca na gengiva, há vários tipos de tratamentos que poderão ser indicados pelo dentista.


No caso de algumas doenças bucais é necessário o uso de medicamentos específicos, como para candidíase ou afta. Já em situações de traumas originários por mordidas, a solução pode ser uma abordagem no próprio consultório.


Afta pode ser tratada com água com bicarbonato ou pomadas básicas, tudo sob recomendação de um profissional. Procure sempre manter a sua higienização bucal por meio da escovação e uso do fio dental. Dessa maneira, a sua boca fica livre das bactérias, evitando inúmeros tipos de infecções.


Vale ainda evitar alimentos que sejam muito ácidos ou com grande quantidade de açúcar, sempre colocando em prática as orientações destinadas pelo dentista.


Procedimentos odontológicos

Para obter um diagnóstico preciso, o dentista fará um estudo minucioso sobre o histórico do paciente, observando se existe algum fator de risco que esteja agravando os sintomas. Dentro dessa análise, há variantes que são bem perceptíveis, como o tabagismo e uso de medicamentos.


Além disso, o profissional vai realizar um exame na boca do paciente, sempre de olho em sinais de tártaro, placa bacteriana ou sangramentos.


Outra atitude é a medição da profundidade da cavidade entre os dentes e gengivas. Caso seja necessário, radiografias dentárias serão solicitadas, sendo uma excelente ferramenta para ajudar na avaliação da possível perda óssea dos dentes, o que ocasiona em profundas cavidades entre as gengivas.


Conheça os tipos de tratamento para mancha branca na gengiva

Existem diversos tipos de abordagens para reduzir ou eliminar as manchas brancas na gengiva. Na maior parte dos casos, é preciso combater as causas do problema e não simplesmente as consequências.


Assim, os resultados são bem mais eficientes. Em casos de estomatite, por exemplo, o dentista prescreverá analgésicos e antivirais, com foco na eliminação do agente causador.


Se o problema tiver como origem o tártaro, ele deverá ser removido por meio de utensílios apropriados juntamente de um jato de bicarbonato. Trata-se de uma técnica que deixa os dentes mais lisos, afastando o acúmulo da placa bacteriana.


No caso do melanoma bucal, quanto mais cedo for descoberto, maiores serão as chances de sucesso ao longo do tratamento. Afinal, ele representa um sinal de estado avançado do câncer. Se já estiver nesse estágio, haverá a necessidade de cirurgia para a retirada do tumor, com possíveis sessões de radioterapia.


Portanto, para evitar o agravamento do problema, tenha sempre em mente a importância dos exames preventivos e consultas regulares ao dentista. Assim, certamente, você sempre estará protegido desses males.


Entenda o motivo da prevenção ser a melhor opção

Se a sua gengiva estiver escura e houver a sensação de dores, sangramentos e inchaços, acenda o sinal vermelho. São fatores que exigem uma ida a um consultório odontológico. Mas, não é preciso chegar a esse ponto para tomar uma atitude em prol da sua saúde bucal.


O ideal é investir na prevenção, pois tudo o que é descoberto com antecedência causa menos sofrimentos e a cura chega em uma velocidade muito maior. Por isso, quem tem atitudes preventivas consegue obter uma porcentagem bem melhor de sucesso nos tratamentos.


Dessa forma, jamais uma gengivite se transformará em periodontite ou um melanoma bucal se tornará irreversível. Por isso, observe constantemente a coloração das suas gengivas. Analise no espelho e fique atento a possíveis sinais de mudanças. Afinal, as manchas surgem sem causar dores, em uma aparência discreta.


É nessa hora que você deve procurar o profissional especializado para cortar o mal pela raiz. Ao manter a saúde bucal em dia, você terá mais autoestima, confiança e motivação para viver melhor e com qualidade. São atitudes que evitam também a perda de dentes, muitas vezes ocasionadas por desleixo, ou seja, a prevenção é essencial para quem quer investir em si mesmo e na conquista do amor-próprio.


Mas, para isso, nada melhor do que sempre contar com um acompanhamento periódico de um dentista. Busque profissionais qualificados e clínicas que tenham credibilidade em sua cidade ou região. E vale a pena sempre se lembrar das ações que não podem fugir do seu checklist diário, tais como:


Escove os dentes após as refeições e antes de dormir;

utilize o fio dental, pelo menos, uma vez por dia, principalmente antes de deitar;

diminua o consumo de alimentos açucarados;

evite o consumo de bebidas alcóolicas;

não fume;

faça visitas frequentes ao dentista.

Seguindo as nossas dicas sobre mancha branca na gengiva, certamente, você terá uma qualidade de vida e menos problemas, sempre com a certeza de que a saúde deve vir em primeiro lugar.


Viu como é importante cuidar da saúde bucal? Percebeu que há preocupações que vão bem além dos dentes? 

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Tipos de Bráquetes:Entenda como relacionar o aparelho com estética

 


Olá pessoal!Os bráquetes são peças que ficam na superfície dos dentes de quem usa aparelho ortodôntico fixo, e hoje existem diversos tipos deles, como os de metal, plástico ou cerâmica.

Vamos entender melhor...

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Uma das grandes preocupações de quem sente desconfortos com os dentes e quer colocar aparelho para aprimorar o sorriso é justamente a estética durante o tratamento. Nesse sentido, o que muitos não sabem é que já há diversas opções, isto é, tipos de bráquetes que auxiliam no aspecto visual.


Neste texto, você entenderá melhor o que são esses tais bráquetes, qual a função deles, os principais tipos e materiais usados para confecção dessas peças e, ainda, como fazer a higienização deles. Acompanhe e confira mais informações para cuidar do seu sorriso.


O que são bráquetes?

Os bráquetes são aquelas pecinhas que vemos na superfície dos dentes de quem usa aparelho ortodôntico fixo. Mas você sabe para que elas servem? Trata-se de elementos que ficam em cada um dos dentes e têm o papel de movimentá-los para que eles se ajeitem e fique no lugar ideal, que é o objetivo do aparelho.


Para isso, os bráquetes são ligados aos fios do aparelho. Hoje em dia, já existem vários tipos deles, podendo ser feitos de metal, plástico ou cerâmica, por exemplo. Também há variação com relação ao lugar em que eles são colocados — diretamente no dente ou nas bandas, também chamadas de anéis metálicos, pois são pecinhas que envolvem os dentes, sendo encontradas nos do fundo.


Qual é a função dos bráquetes no tratamento ortodôntico?

Bráquete vem do inglês “bracket”, que significa “suporte”. Sendo assim, ele serve como suporte para o aparelho, isto é, nele, o fio odontológico é colocado, fazendo a pressão necessária na arcada dentária para que ela possa se movimentar e chegar ao alinhamento almejado.


Como sabemos, nas mais diversas áreas de conhecimento, ocorrem constantes avanços, e na odontologia não é diferente. Assim, com o tempo, surgiram variados tipos de bráquetes, seja com o objetivo de melhores resultados, seja com o objetivo de melhor estética. É o que veremos a seguir.


Quais são os principais tipos de bráquetes?

Conheça, a seguir, o bráquete tradicional, o autoligado e o lingual.



Bráquetes tradicionais

Você já ouviu alguém conhecido falando que trocou a cor da borrachinha do aparelho? Essa serve para fixar o fio ortodôntico no bráquete e é uma exclusividade e característica principal dos aparelhos tradicionais.


Quando falamos dos bráquetes tradicionais, estamos nos referindo, principalmente, ao metálico, que é aquele que, com certeza, você mais vê por aí. Isso porque eles apresentam o melhor custo-benefício do mercado. O único ponto é que o tratamento com um aparelho convencional pode ser mais longo e sua estética não é tão agradável, além de que causa mais feridas na boca.


Bráquetes autoligados

Aqui, a principal diferença é que os bráquetes autoligados são menores e dispensam o uso da borrachinha. No lugar dela, há um clipe de fechamento para fixar o fio. Isso facilita a higienização, por exemplo, já que haverá menos acúmulo de sujeiras, que se concentram na parte da borrachinha.



Por ser uma opção mais atual, tratando-se de uma novidade, ela tem algumas vantagens, como um tempo menor de tratamento — porém, com um preço mais elevado. Além disso, ele se apresenta em forma de bráquete metálico ou bráquete autoligado estético, como de cerâmica.


Bráquetes linguais

Os bráquetes linguais são iguais aos tradicionais. A diferença é que eles ficam escondidos, isto é, em vez de estarem na parte da frente do dente, estão na parte de trás. Você já deve imaginar que esse é um método mais caro, né? Até porque o sonho de muitos é fazer esse tratamento sem prejudicar a estética do sorriso.


Mas vale ressaltar que ele é empregado em casos específicos, que não consideram apenas o aspecto estético, e sim de segurança, para quem pratica esporte, por exemplo.


Quais são os materiais usados nos bráquetes estéticos?

Já vimos os principais tipos de bráquetes. Agora, vamos entender um pouco melhor sobre os materiais utilizados para fazer essa peça de forma a melhorar a estética.


Antes, vale ressaltar que tais materiais que objetivam uma melhora na aparência proporcionam um atrito maior com o fio em comparação com um bráquete de metal, e isso pode dificultar o tratamento ortodôntico. Entretanto, já são oferecidos esses bráquetes estéticos com slot (parte em que fica o fio) metálico para facilitar o processo.


Seguindo a mesma lógica, o bráquete tradicional (com borrachinha) apresenta mais atrito em comparação ao autoligado.


Safira

O bráquete de safira é aquele transparente, feito de cerâmica monocristalina, sendo um dos mais desejados por quem preza a discrição. Além disso, trata-se de um material resistente, o que o faz ser um dos mais caros, e seu atrito com o fio é um dos menores.


Policarbonato

Esse bráquete é feito de plástico e a vantagem dele é que ele fica da cor do dente, não chamando tanta atenção quanto um de metal, por exemplo, e tem um preço mais acessível. Porém, a desvantagem é de ser um material não tão resistente, além de manchar/ficar amarelado com mais facilidade.


Porcelana

O bráquete de porcelana apresenta uma cor branca como o de policarbonato, mas é um pouco mais resistente (sendo menos que o de safira) e menos suscetível a manchas. Uma desvantagem é sua remoção mais complicada, podendo causar danos mínimos ao esmalte do dente.


Como higienizá-los?

No geral, para limpeza de aparelho, é indicada uma escova de dente ortodôntica, que tem seu formato pensado para encaixar na parte dos bráquetes e chegar ao dente. Entretanto, para limpeza mais específica dos bráquetes, uma boa opção é a escova interdental. Ela tem um formato que permite você higienizar diretamente a parte das pecinhas, removendo a placa bacteriana, acúmulo de sujeira nelas.


Agora que você conhece os tipos de bráquetes, viu como não precisa se preocupar com a estética durante o tratamento ortodôntico? Vimos que é possível manter um sorriso agradável durante esse processo — seja como preferir, com um aparelho metálico ou com um estético — para poder usufruir dos resultados depois. Para isso, lembre-se de que é importante fazer seu acompanhamento com um bom profissional, a fim de que você consiga alcançar o sorriso desejado.

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Aparelho do céu da boca: para que serve e como funciona?

 


Olá pessoal!O aparelho no céu da boca é uma ótima opção para quem deseja colocar os dentes no lugar de maneira rápida.

Vamos entender melhor a seguir...

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Há diferentes tipos de aparelhos utilizados nos tratamentos ortodônticos. Um deles é conhecido como aparelho no céu da boca. Esse modelo é indicado para aumentar o espaço das arcadas dentárias quando elas são estreitas e não suportam todos os dentes. 


Nesse sentido, é importante observar que o estreitamento do palato é um problema muito comum entre as pessoas. Ele pode afetar a estética dos dentes, a fala e o processo de mastigação. A principal finalidade do aparelho expansor é melhorar e solucionar os problemas da falta de espaço e acomodação dos dentes que estão nascendo.


Continue a leitura e saiba mais sobre a função desse aparelho, duração do tratamento, benefícios e cuidados necessários!


Qual a função e quem deve utilizar o aparelho no céu da boca? 

A função do aparelho expansor é resolver problemas relacionados à mordida cruzada. O ortodontista é o profissional especializado no assunto, ele que indicará o espaço que deverá ser aberto e o tempo de uso do aparelho. Esse modelo também é utilizado para as pessoas que apresentam bruxismo, disfunção no céu da boca, dentes apinhados e tortos. 


O tratamento com o aparelho expansor alcança um resultado mais interessante em crianças e jovens, uma vez que os dentes ainda estão em fase de desenvolvimento. Em adultos o processo de expansão ocorre de maneira mais lenta e em algumas situações pode necessitar de uma intervenção cirúrgica. 



Qual o tempo de duração do tratamento? 

O tempo de uso do aparelho expansor é muito relativo, já que cada pessoa tem uma necessidade. Mas, é importante destacar que o tratamento realizado com ele tem duração menor que os efetuados com outras opções, visto que a correção dos dentes é feita de maneira mais simplificada. 


Normalmente, o tempo médio para fazer a correção dos dentes gira em torno de 2 a 5 meses. Para alcançar o objetivo desejado é preciso de algumas manutenções, assim o tratamento pode variar de 4 a 6 meses.


Quais os seus principais benefícios? 

Conforme comentamos, o aparelho expansor consiste em um importante aparato dentário, uma vez que contribui no alargamento da arcada dentária superior. Além disso, apresenta diversos benefícios para a saúde bucal Confira a seguir quais são eles! 


Melhora a mastigação

O aparelho ortodôntico no céu da boca consegue solucionar o problema de mordida cruzada. Com isso, o processo mastigatório da pessoa melhora de maneira significativa, já que o movimento fica mais estável. Quando a arcada dentária fica na posição correta, ela consegue triturar melhor os alimentos.


Dessa forma, ao realizar o tratamento não há mais dor, falhas e barulho ao mastigar, situações recorrentes em uma mordida desalinhada. 



Melhora a fala 

O mau posicionamento dos dentes também pode prejudicar a fala. Isso acontece porque ele provoca distúrbios no posicionamento da língua e contribui para a respiração bucal. Ao encerrar o tratamento com o aparelho expansor, é possível perceber uma melhora significativa na fala, uma vez que ele ajuda a favorecer a respiração nasal, posiciona os dentes no local e corrige o tamanho da arcada dentária. 


Contribui na prevenção de disfunções da ATM

Quando os dentes e arcadas não estão localizados corretamente, há uma sobrecarga excessiva nas estruturas da face, como na articulação temporomandibular. Saiba que ela pode sofrer diversas disfunções e desgastes que provocam dores e incômodos. 


Evita a necessidade de extrações 

O aparelho no céu da boca reduz a necessidade de fazer a extração de alguns dentes, visto que ele realiza a expansão da arcada dentária e os dentes são realinhados para o espaço correto. Desse modo, o tratamento também diminui o risco de infecções e complicações para você. 


Reduz o tempo de tratamento ortodôntico

A utilização do aparelho expansor reduz o tempo do tratamento ortodôntico. Uma vez que não é preciso fazer cirurgias de extração, que necessita de um tempo para se recuperar. Isso porque os dentes se movem e o espaço é adquirido com agilidade durante a utilização do aparelho. 


Melhora a autoestima e o sorriso 

Um dos maiores benefícios ocasionado pelo aparelho expansor está relacionado a estética do sorriso. Como já foi mencionado, ele resolve diversos problemas dentais que provocam constrangimento e desconforto. Ao fazer o tratamento de maneira correta e com um bom profissional, você conquista o sorriso dos sonhos e sua autoestima melhora consideravelmente. 


Quais cuidados são necessários com o aparelho? 

Para não ocorrer nenhum contratempo durante o tratamento com aparelho expansor é preciso ter alguns cuidados quando estiver usando. Sendo assim, é fundamental seguir as recomendações do seu dentista. 


A ativação do aparelho é realizada de maneira periódica na clínica odontológica, pois somente o especialista consegue realizar os ajustes necessários. Logo, é por meio das visitas regulares ao dentista que os ajustes e as manutenção são realizadas no aparelho.


Outro importante cuidado com o aparelho expansor está relacionado à higienização bucal, que deve ser feita de maneira correta e completa. Ou seja, é preciso que você faça uma boa escovação, passe fio dental entre os dentes e realize bochecho com enxaguante bucal. Ao fazer isso, maiores problemas são evitados, como mau-hálito e surgimento de cáries e placa bacteriana. 


Quanto à alimentação é preciso ter atenção, evitando o consumo de alimentos duros, grudentos e com um elevado teor de açúcar. Dessa maneira, é indicado não consumir balas macias e pirulitos, já que eles podem grudar ou quebrar o aparelho. 


Além disso, é fundamental ir ao dentista regularmente. Ele passará as orientações necessárias para fazer um tratamento correto e o surgimento de qualquer adversidade poderá ser solucionado de maneira rápida. 


Como você pôde verificar, o aparelho expansor consiste em um importante recurso para quem deseja ter os dentes alinhados e uma saúde bucal satisfatória. 

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quinta-feira, 8 de dezembro de 2022

Guia Sobre: Clareamento Dental



Olá pessoal.Nesse post vamos explicar tudo o que você,precisa saber sobre o clareamento dental: o que é, tipos de clareamento, substâncias utilizadas, indicações para a realização do clareamento e muito mais.

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 Clareamento dental

Um dos procedimentos odontológicos mais procurados hoje em dia é o clareamento dental. Afinal, quem não quer ter um sorriso mais branco e saudável, não é mesmo? 


O que é o clareamento dental?

Como o próprio nome diz, o clareamento dental é o processo que visa modificar a cor dos dentes, através da aplicação de substâncias oxidantes. Ou seja, é um procedimento que consiste em clarear os dentes do paciente.


É um tratamento que tem sido cada vez mais procurado nas clínicas e consultórios em todo o mundo. 


Aumenta de forma gradativa a procura dos pacientes aos tratamentos estéticos, e que buscam melhorar a aparência do sorriso, como as lentes de contato, e o próprio clareamento dental.


Substâncias clareadoras

As substâncias clareadoras mais comuns utilizadas no clareamento dental são os peróxidos de hidrogênio e de carbamida. Cada uma dessas substâncias tem suas particularidades para uso. 




Vamos falar sobre cada uma delas mais a fundo adiante.


Peróxido de hidrogênio

O peróxido de hidrogênio é uma substância oxidante, que se degrada em água e oxigênio quando entra em contato com a saliva. Essa degradação ocorre de forma rápida, o que faz com que o efeito clareador aconteça mais rapidamente.


Dessa forma, a substância permanece menos tempo em contato com os dentes, o que é uma das vantagens de utilizá-la.


Peróxido de carbamida

Já o peróxido de carbamida também é uma substância oxidante, mas quando degradado libera peróxido de hidrogênio e uréia. É considerado o mais seguro para o clareamento dental caseiro, pois tem um desgaste mineral menor.


Outra vantagem do peróxido de carbamida é que por oferecer menos desgaste, a sensibilidade ocasionada pelo clareamento é menor. Contudo, por esse mesmo motivo, o processo de clareamento com essa substância é mais lento, necessitando de mais sessões.


Qual a concentração da substância no clareamento dental?

Essa resposta vai depender muito da avaliação do dentista durante a consulta e também da marca do gel utilizado, que pode oferecer diferentes concentrações para cada tipo de substância clareadora.


O ideal é classificar o nível de amarelamento dos dentes, e definir um resultado de clareamento almejado, para assim criar um protocolo de clareamento dental que satisfaça a demanda do paciente.


As concentrações mais usuais são: 


Peróxido de hidrogênio

Concentração Tempo de uso diário recomendado*

6% 2 horas

7,5% 1h30

9,5% 1 hora

Peróxido de carbamida 10% 3 a 4 horas

16% 2 a 3 horas

22% 1 hora

*pode variar de acordo com as recomendações da marca do clareador.

Uma boa forma de acompanhar a evolução do clareamento, é realizar um protocolo fotográfico de acompanhamento. 



Tipos de clareamento dental


Existem três tipos de clareamento dental que são os mais comuns no mercado odontológico. São eles clareamento caseiro supervisionado, clareamento em consultório, e combinação das duas técnicas.


Clareamento caseiro supervisionado

Como o próprio nome já diz, esse clareamento é feito pelo próprio paciente em casa. Após as recomendações e orientações do dentista, o paciente recebe a solução clareadora e as placas para realizar o clareamento de casa. 


Normalmente, é um processo mais lento, uma vez que a concentração do gel clareador é menor para evitar riscos ao paciente em casa.


Clareamento em consultório

Já o clareamento em consultório é realizado pelo próprio dentista durante uma consulta. Esse tipo de procedimento tem resultados mais rápidos, uma vez que a concentração da substância clareadora é maior por estar em ambiente controlado e sob a direta supervisão do dentista.


Vale ressaltar que, no caso do clareamento caseiro, o resultado final depende muito do paciente, que deve seguir à risca as orientações de tempo de uso e forma de utilização das placas.


Esse é um problema que já não ocorre no clareamento em consultório, pois o procedimento é realizado pelo dentista.


Combinação das duas técnicas

Nesse caso, consiste justamente em combinar o clareamento em consultório com o clareamento em casa. Promove um resultado mais rápido e eficiente, sempre seguindo protocolos de segurança para manter os dentes sem desgaste desnecessário e o paciente seguro.


Indicações de clareamento dental


Agora que já vimos o que é, quais os tipos, e soluções clareadoras, está na hora de olharmos mais a fundo as indicações para o clareamento dental. Em suma, diversos fatores podem amarelar os dentes e causar a procura de um paciente por esse procedimento.


Veremos a seguir os principais tipos de manchas dentais.


Tipos de manchas dentais 

As manchas dentais podem ter diversas origens e causas. Entre elas estão:


Bebidas e alimentos

Certas bebidas e alimentos podem causar o amarelamento dos dentes. Alimentos com corantes artificiais, ou então corantes naturais muito pigmentados, podem ocasionar esse tipo de mancha. Entre os alimentos e bebidas se destacam o café, vinho, suco de uva, curry, açaí, entre outros.


Cigarro

Além de afetar o bom funcionamento dos pulmões, o cigarro também influencia diretamente na aparência dos dentes e do sorriso. A nicotina é uma das substâncias responsáveis por ocasionar manchas nos dentes.


Fluorose

Consiste no uso exacerbado de flúor, especialmente nos primeiros anos de vida. Esse fator pode alterar o tom dos dentes, deixando manchas esbranquiçadas.


Esmalte envelhecido

O esmalte do dente pode sofrer desgastes com o passar dos anos. Esse desgaste natural pode ocasionar manchas, pois deixa a mostra a parte mais interna do dente, a dentina. 


Contra indicações de clareamento dental

Por mais que pareça um procedimento inofensivo, o clareamento dental também possui uma série de contra indicações. 


Pacientes que já tenham dentes sensíveis antes do tratamento precisam passar por um processo de avaliação mais profundo, para certificar que a substância clareadora escolhida não cause maior desconforto.


Outra contra indicação é realizar o procedimento em pacientes com outros problemas bucais, como cáries e gengivite, que podem ser tratados previamente ao clareamento. 


Também não é indicado para lactantes, gestantes, menores de 18 anos, com alergia ao produto utilizado, e para pacientes que tenham passado por quimioterapia recentemente. Pacientes idosos também precisam de uma avaliação mais completa antes de realizarem o procedimento.


Cuidados no clareamento dental


Depois de realizado, o clareamento dental requer alguns cuidados que devem ser informados a todos os pacientes que passaram pelo procedimento. Afinal, o clareamento dental não é um procedimento permanente.


Cuidados com a alimentação são essenciais, e evitar alimentos que mancham os dentes é uma forma de fazer o clareamento durar mais tempo. Além disso, a higiene bucal deve ser constante e feita de forma correta.


Outro cuidado essencial é visitar o dentista regularmente, fazer limpezas periódicas e manter os dentes sempre bem cuidados. Dessa forma, o clareamento pode ser mais longevo.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Endodontia: você sabe o que é?

 


Olá pessoal hoje em nosso post vamos falar sobre Endodontia.Apesar de ser muito conhecido, muitas pessoas, inclusive estudantes de odontologia, têm dúvidas a respeito dessa especialidade.

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A endodontia é uma das especialidades odontológicas mais conhecidas. Afinal, quem não conhece alguém que já precisou realizar o famoso e temido tratamento de canal? É exatamente o endodontista o profissional mais qualificado para realizar esse procedimento.


O que é a Endodontia?

Antes de mais nada, é muito importante entendermos o que de fato é a endodontia. Para tal, podemos começar pelo significado da palavra: endodontia vem do grego Endós, que significa “dentro” e Odontos, traduzido para “dente”. Ou seja, dentro do dente.


E de fato, a endodontia é a especialidade odontológica que cuida, trata, diagnostica, previne lesões e doenças da raiz e da polpa dos dentes. 


É o campo da odontologia que estuda as cavidades internas dos dentes, identificando problemas pulpares, além das repercussões nos tecidos adjacentes aos dentes. Em suma, é o profissional responsável que trata a parte interna dos dentes.


Quais os procedimentos realizados pelo endodontista?

Além do tratamento de canal, o procedimento mais conhecido realizado pelo endodontista, existem alguns outros tratamentos que podem ser realizados por esse profissional. São eles: a pulpotomia, ou pulpectomia, a curetagem pulpar e o tratamento expectante.

Vamos falar sobre cada um desses procedimentos a seguir.

Pulpotomia

A pulpotomia é uma espécie de amputação da polpa coronária dos dentes, e tem por finalidade preservar a vitalidade pulpar radicular. Em termos mais simples, consiste em remover apenas a polpa dental coronária que esteja afetada, preservando o tecido pulpar.


É considerado um procedimento menos invasivo e mais conservador, e uma opção em casos onde não há perda total do tecido pulpar do paciente.


Pulpectomia

De fato, o nome que se dá ao mais conhecido ‘tratamento de canal’. Consiste na remoção total do tecido pulpar e do filete nervoso. Após a remoção da polpa, o espaço é preenchido com material adequado.

Curetagem pulpar

Outro procedimento menos invasivo e mais conservador realizado pelo endodontista é a curetagem pulpar. Consiste na remoção superficial de uma polpa dental coronária que tenha sido afetada ou exposta. 


É um procedimento importante para garantir que o restante da polpa não seja exposto a nenhum agente externo que possa causar danos a longo prazo.


Tratamento expectante

O tratamento expectante consiste em não remover totalmente o tecido cariado no dente, devido ao risco de exposição do tecido pulpar. Assim, é removida a maior parte da cárie, com brocas e curetas de baixa rotação, para preservar a polpa dentária.

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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Faceta de Resina ou Cerâmica? Saiba Como Escolher

 


Olá pessoal!Hoje em nosso post vamos entender melhor sobre Facetas de Resina e de Cerâmica e saber quais são as diferenças e vantagens.

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Vamos entender...

Faceta de resina ou cerâmica — o que são?

As facetas dentárias são materiais de espessura fina que podem ser comparadas à laminados e possuem compatibilidade com dentes naturais.


São muito utilizadas na odontologia estética para mudar a aparência do sorriso, levando em conta os objetivos do paciente. Elas são totalmente personalizadas e aplicadas na parte externa dos dentes.


Além disso, essas facetas podem corrigir uma grande variedade de problemas, que muda de paciente para paciente, como:


alinhar os dentes;

alterar a cor e o formato do sorriso;

esconder imperfeições.

As facetas podem ser feitas de materiais distintos, como a faceta de resina ou a de cerâmica — mais conhecida como porcelana.


Na hora de escolher qual material é mais adequado para você, é preciso conhecer as caraterísticas de cada um deles. Confira:


Características da resina

A faceta de resina é um material muito utilizado para tratamentos estéticos mais rápidos. Isso porque elas podem ser colocadas durante somente uma visita ao dentista, e, geralmente, requerem menos desgaste do dente na hora da colocação.


Elas podem ser indicadas para pequenas melhorias no formato, como:


espaçamento entre os dentes;

clareamento da cor;

dentes trincados ou com parte quebradas.

Existem diversos tipos de resina no mercado, porém, de maneira geral, a faceta feita desse material tem um tempo de duração menor do que a de cerâmica (ou porcelana).


Como funciona a faceta de cerâmica?

A faceta de cerâmica ou porcelana é utilizada frequentemente para transformações mais marcantes nos dentes, como:


mudança de formato;

clareamento mais significativo para dentes muito escurecidos e manchados;

alinhamento de diversos tamanhos;

recuperação de desgastes ocasionados pelo bruxismo;

fechar espaços.

Além disso, com a faceta de cerâmica, é possível ter um leque amplo de formatos para escolher, pois esse material pode ser totalmente personalizável e único para cada paciente.


Apesar de toda faceta dentária precisar ser substituída caso ocorra algum dano, as de cerâmica podem ser mais duráveis do que a de resina. Também apresentam, na maioria dos casos, maior resistência às manchas, mantendo a cor uniforme.


Como escolher a opção de faceta dentária ideal?

Agora que você conhece um pouco mais sobre as principais características da faceta de resina e porcelana, já pode ter mais clareza na hora de escolher o modelo que deseja aplicar.


Porém, é importante ressaltar que essa decisão não deve ser feita sozinha. Sempre leve em consideração a opinião profissional do seu dentista, que vai indicar o melhor tratamento considerando os seus desejos e necessidades.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2022

Criança Tem Mais Cárie do que os Adultos?

 


Olá pessoal.Em nosso post de hoje vamos entender como funciona a formação da cárie nas crianças e de que forma podemos prevenir.

Vamos acompanhar...

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As crianças podem ter mais cáries que os adultos, devido a falta de higienização correta. Além disso crianças têm uma preferência inata por alimentos açucarados (o famoso “paladar infantil”) e são incapazes de cuidarem sozinhas dos próprios dentes de maneira adequada até os 7 ou 8 anos.

Por isso é tão importante incentivá-los a criar hábitos saudáveis de alimentação e higiene; recomendamos também o uso da escova com cerdas macias, pasta de dentes com flúor e fio dental sempre após as refeições e a ingestão de doces, além do auxílio (e depois de determinada idade supervisão) de um adulto.

Agora que já sabe a verdade crie costumes saudáveis e faça com que o futuro da saúde bucal dos seus filhos seja positivo!


Quais são os fatores de risco?


Destacando os seguintes fatores de risco para os bebês nos primeiros meses de vida:


Nunca ter ido a uma consulta ao dentista

Ir dormir com uma mamadeira cheia de suco de fruta ou leite

Não ter a gengiva limpa ou os dentes escovados antes de dormir


Para os bebês a partir de um ano e crianças pequenas, os riscos são os mesmos, principalmente em relação a beber leite e suco entre as refeições. O açúcar dessas bebidas permanece sobre os dentes. Beber bastante água para remover o açúcar ajuda a evitar a cárie de mamadeira.


Como prevenir a cárie?

É recomendado que todas as crianças de até 1 ano de idade sejam atendidas por um dentista generalista ou infantil, já que esse é o período em que geralmente os dentes de leite inferiores e superiores da frente começam a nascer. Escovar os dentes duas vezes ao dia com um creme dental que protege o esmalte, com uma fórmula com flúor, marcar consultas regulares com o dentista e dar alimentos saudáveis que não contêm grandes quantidades de açúcar são três estratégias fáceis que os pais podem usar para diminuir o risco dos seus filhos desenvolverem cárie.


Quando as crianças aprendem que o creme dental não pode ser engolido, você pode incluir um enxaguante bucal duas vezes ao dia em sua rotina de saúde bucal diária. O enxaguante bucal anticárie com flúor ajuda a fortalecer o esmalte dos dentes e protege contra a cárie.

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segunda-feira, 4 de julho de 2022

Quando os antibióticos podem ser necessários para uma dor de dente?

 



Olá pessoal!Hoje em nosso post vamos falar sobre dor de dente,um incômodo que na maioria das vezes 

deixamos passar despercebido.Vamos entender melhor como ela surge e também como podemos tratá-la.

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Quando você está com dor de dente ou um dente infeccionado e está no auge da dor, o que fazer para encontrar alívio? Em alguns casos, o(a) dentista pode prescrever um antibiótico. E pode parecer estranho querer aliviar a dor de dente com o mesmo medicamento que você toma para uma infecção respiratória ou de ouvido.


No entanto, todas as infecções, mesmo as que acontecem na boca, têm algo em comum: são causadas por bactérias. Daí a conexão com o antibiótico. Mas nem todas as infecções dentárias precisam ser tratadas com esse tipo de medicamento. Então, o dentista decidirá quando é apropriado ou não te receitar um antibiótico ou não para uma dor de dente.


Bactérias e cárie dentária

Para entender porque o dentista pode prescrever antibióticos para uma dor de dente, você precisa primeiro saber como as bactérias contribuem para a cárie e a dor de dente. Sem uma escovação regular (ao menos duas vezes ao dia), e do jeito certo de escovar, as bactérias na boca podem se proliferar e transformar os alimentos que você come em ácidos, que depois se depositam nos dentes.


Esse processo causa a cavitação (deterioração dos dentes) e a cárie dentária.A ingestão frequente de açúcar pode alimentar especialmente as bactérias que degradam a estrutura dentária -  o principal tipo de bactéria que causa cárie é o Streptococcus mutans.



Causas e tratamentos comuns da dor de dente

Quando as bactérias destroem a superfície de um dente, formando uma cárie, sua câmara interna fica vulnerável. Essa câmara têm os nervos responsáveis pela sensação do dente. Por isso, quando as bactérias entram nessa câmara, elas podem causar dor e problemas dentários mais graves, o que, por sua vez, pode exigir tratamento com antibióticos.


Há muitas causas para uma dor de dente, como cárie, pulpite e abscesso dentário. Mas ter um dente cariado não significa necessariamente que você precisará tomar antibióticos.


A cárie costuma ser tratada com restaurações (ou possivelmente coroas dentárias), dependendo de quanto o dente está infectado. Quando uma infecção atinge o nervo, pode ser necessário um tratamento de canal e uma cobertura protetora para manter as bactérias fora do dente.


Além disso, se o dente estiver danificado pela cárie de tal forma que não possa ser reparado, o dentista pode precisar extraí-lo.


Quando a dor de dente requer antibióticos?

Quando a infecção dentária é grave ou afeta a gengiva no entorno de um dente em erupção, o(a) dentista pode indicar antibióticos. Por exemplo, a pericoronarite é uma infecção no tecido gengival que pode se desenvolver ao redor dos dentes do siso impactados.As pessoas com essa infecção podem receber antibióticos como parte do tratamento.


Além disso, se o(a) dentista notar sinais de um abscesso dentário, uma infecção dentária que pode se desenvolver a partir de uma cárie não tratada e causa acúmulo de pus no interior do dente, ele(a) pode recomendar antibióticos.


Uso de antibióticos para infecções dentárias

Para infecções dentárias, os dentistas muitas vezes prescrevem penicilina ou amoxicilina, segundo o Merck Manuals. E se você tem alergia à penicilina, a alternativa é a clindamicina. O(a) dentista certamente identificará a dose e a duração adequadas da medicação para a sua situação particular.


Como a prescrição excessiva de antibióticos pode, às vezes, levar a cepas de bactérias mais resistentes, o(a) dentista também levará em consideração a resistência aos antibióticos ao receitar sua dose, segundo a ADA.


Mas para ter o melhor resultado, é importante tomar todos os comprimidos exatamente como o(a) dentista prescreveu. Basta lembrar: mesmo que a dor cesse, é provável que você ainda precise continuar o tratamento para restaurar completamente o dente.


Prevenção da dor de dente

Há muitas maneiras de prevenir uma dor de dente. Seguir as recomendações abaixo pode te ajudar a reduzir o risco de cárie ou dor de dente:


Limite a frequência e a quantidade de alimentos e bebidas açucarados.


Escove os dentes com creme dental fluoretado pelo menos duas vezes ao dia para diminuir o acúmulo de açúcar e bactérias nos dentes.


Passe o fio dental entre os dentes para evitar a formação de cárie nas superfícies de contato entre eles.


Compareça às consultas para avaliações regulares para que o dentista possa continuar monitorando o risco de cárie.


Você pode tomar medidas para ajudar a prevenir a cárie e as infecções dentárias. Entretanto, se você já está com um desses problemas, saiba que o(a) dentista tem a melhor das intenções ao prescrever antibióticos para a dor de dente.

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quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Tipos de Sedação em Odontologia



Olá pessoal!No nosso post de hoje vamos entender um pouco de quais são e como funcionam os tipos de Sedação na Odontologia.

Para entender um pouco, leia o conteúdo que preparamos no blog de hoje!

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 Tipos de sedação em odontologia

O tratamento odontológico em odontopediatria vai além das técnicas de procedimentos restauradores propriamente ditas. O comportamento da criança pode ser um grande desafio para dar ínicio aos atendimentos e em algumas situações as técnicas de manejo comportamental não farmacológicas podem não ser eficientes para crianças com ansiedade ou medo do dentista, fazendo com que o profissional busque técnicas de sedação para atendimento de pacientes não colaboradores. 


A falta de colaboração da criança, pode ser devido a ansiedade, medo, pouca idade da criança, vivência prévia traumática ou ainda alteração no desenvolvimento cognitivo. Portanto, ter a opção de tratar o paciente oferecendo a sedação odontológica pode ser um ponto chave para o sucesso dos seus atendimentos nesse perfil de pacientes! A sedação (independente do tipo escolhido) pode não ser um assunto tão familiar para a maioria dos dentistas brasileiros, porém, a técnica vem ganhando espaço a cada dia, principalmente pelo aumento do número de pacientes ansiosos que buscam atendimento odontológico. Então vamos conhecer os tipos de sedação em odontologia:


Quais os tipos de sedação em odontologia? 

Sedação inalatória com óxido nitroso e oxigênio

Sedação medicamentosa via oral ou nasal

Sedação venosa

Anestesia geral

Como selecionar o melhor tipo de sedação para o seu paciente ansioso em odontologia?

Antes de mais nada, é importante conceituar os termos para que não haja confusão. O termo sedação refere-se ao ato ou efeito de sedar (acalmar) pelo efeito de um medicamento administrado. Tanto o efeito como o modo de realização da sedação dependem diretamente de cada medicamento utilizado assim como a via de administração do mesmo.


Didaticamente podemos separar 4 tipos de sedação: sedação inalatória com oxido nitroso e oxigênio, sedação medicamentosa via oral ou nasal, sedação venosa e anestesia geral. Vamos então aos pontos de destaque de cada uma:


Sedação consciente com óxido nitroso

A Sedação consciente com óxido nitroso (mistura de óxido nitroso e oxigênio) é o famoso “gás do riso”. Dentre as vantagens de técnica, podemos destacar:


reduzir ou eliminar a ansiedade,

melhorar a comunicação e a colaboração do paciente,

aumentar a tolerância a procedimentos mais extensos.

Tipos de sedação em odontologia

Para que ocorra o efeito desejado, é necessário que a criança respire constantemente o gás pela máscara. Portanto, algumas das contra indicações são: crianças de baixa idade e/ com doenças de trato respiratório superior.


Algumas pessoas imaginam que a sedação consciente com óxido nitroso irá fazer a criança “dormir” durante os procedimentos e colaborar totalmente na realização de um determinado procedimento, mas nem sempre isso não acontece. As razões pelas quais a sedação com óxido nitroso não é bem sucedida podem ser diversas, entre elas podemos citar o fato da criança ser pequena demais e não ter maturidade psicológica suficiente para respirar apenas pelo nariz durante pelo menos 3 minutos.


Sedação medicamentosa via oral ou nasal

A administração de alguns medicamentos, como benzodiazepínicos, também é indicada em odontologia, principalmente para pacientes fóbicos, com algum comprometimento físico e/ou mental ou não colaboradores. Os benzodiazepínicos apresentam propriedades hipnóticas e sedativas, além de apresentar um tempo de absorção e eliminação relativamente rápidos pelo organismo.


Não é necessária uma habilitação específica para prescrição desse tipo de medicação em sua prática clínica. No entanto, é essencial que o profissional esteja capacitado para saber as propriedades do fármaco, calcular a dose e evitar possíveis complicações. Um monitoramento adequado também é essencial para que ocorra de maneira tranquila. 


Observação: geralmente as técnicas utilizadas em odontologia envolvem os níveis de sedação mínima e moderada a nível de consultório. As técnicas de sedação via parenteral e anestesia geral também podem agregar grande benefício aos procedimentos odontológicos. No entanto, ambas só podem ser realizadas por médicos anestesistas, sendo a anestesia geral exclusivamente praticada em centros cirúrgicos.


Anestesia geral

Procedimentos com anestesia geral obrigatoriamente devem ser realizados em centro cirúrgico em um hospital/clínica preparado para isso. A sedação é realizada por um anestesista acompanhado de uma enfermeira em um ambiente equipado com toda segurança para eventuais emergências.


Para começar a pensar nessa possibilidade, aqui algumas dicas:


Procure a equipe de médicos anestesistas da sua cidade para saber qual conduta a equipe tem frente a tratamentos odontológicos e quem eles poderiam indicar para isso;

Procure um hospital/clínica que atenda a necessidade odontológica, ou seja, tenha os equipamentos necessários (cadeira, compressor, sugador, motor para alta e baixa rotação, raio X);

Acompanhe algum colega que já faça este tipo de atendimento para já ter uma “ideia” de como funciona dentro de um centro cirúrgico.

Como selecionar o tipo de sedação para o seu paciente ansioso em odontologia?

A escolha da técnica de sedação mais adequada irá depender da idade do paciente, capacidade de colaboração e procedimentos necessários. Por exemplo, para crianças muito pequenas com necessidade de múltiplos tratamentos, a anestesia geral é uma indicação. Já para procedimentos mais pontuais, onde a criança tem um pouco de colaboração, a sedação medicamentosa ou óxido nitroso podem ser boas opções.


Para ter maior segurança com a sedação, busque cursos de qualidade, leia mais sobre o tema e prepare sua equipe. É interessante ter colegas também capacitados em sedação para atender junto com você! Assim, além da troca de experiência vocês terão mais segurança juntos.


Cada sedação é indicada para um tipo de paciente e que pode compilar algumas características para assim decidirmos a melhor sedação. As “dicas” das características são:


Idade do paciente;

Maturidade psicológica;

Tipo de procedimento (considere também o tempo que você leva para realiza-lo);

Opinião dos pais;

Comportamento do paciente;

Peso;

Estado de saúde geral;

Capacitação do profissional.

Além dessas características resumidamente expostas, existem diferentes níveis de sedação, dependendo do tipo e dosagem de fármaco utilizado. De forma mais didática e objetiva, fizemos um quadro comparativo que podemos observar as respostas do paciente diante de cada uma delas. Algo muito importante ao realizar sedações, é saber como agir caso aconteça alguma intercorrência. Por isso, em todos os cursos de sedação, é obrigatório ter aulas de emergências médicas e suporte básico de vida. 

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